Acredite naqueles que buscam a verdade. Duvide daqueles que a encontram.
Dica de Almir Leite de Oliveira
Em Nova York um muçulmano entra em um táxi. Uma vez lá dentro, pediu
ao motorista para desligar o rádio, pois ele não deveria ouvir música,
como decretado pela lei islâmica.
- No tempo do profeta Maomé, não havia música. Música é coisa de infiéis.
O motorista, educadamente, desligou o rádio, parou o carro e abriu a
porta de trás.
O muçulmano perguntou: - O que você está fazendo?
O taxista respondeu: - No tempo do profeta Maomé não havia táxis. Então, por favor, saia e espere por um camelo.
Sugestão de Waist Heaven
Sugestão de Almir Leite de Oliveira
Que as ciências não explicam tudo, que a razão não explica tudo, é evidente. Existe o desconhecido, existe o incompreensível, existe o mistério, e sempre existirá. Mas com quedireito os crentes podem querer se apropriar desse mistério, reservá-lo para si, fazer dele uma especialidade sua? O fato de haver mistério não dá razão à religião, nem desautoriza a razão! Desautoriza, isso sim, o dogmatismo, e qualquer dogmatismo, seja ele religioso ou racionalista.
- Alex, você faz as honras?
- Claro.
- Querido deus… ou outra figura judaico cristã similar…
- Ou os antepassados…
- Ou alguma estranha coisa-ou-outra evolucionária…
(Abençoe a máquina e a carcaça que estamos prestes a comer. Abençoe a Bolha e a vida dentro dela. Que seus avanços transformem o mundo. Que essa refeição seja realmente saborosa.)
- Ou alguma confluência aleatória de eventos que resultaram nas condições perfeitas para a vida florescer neste outrora estéril pedaço desolado de pedra…
- Nós agradecemos por…
- Ahem.
- Ah sim… ou Mephisto, o diabo. Ou outro ser do mal encarnado…
- Hell yes!
- …Nós agradecemos por esse incrível jantar. Amém!
Página 21 de “FF” #1, da Marvel, por Jonathan Hickman e Steve Epting.
Sugestão de Roberto Meyer
Bill Maher refuta o argumento “Ateísmo é uma religião” (Dica de Vinicius Luiz)
Tira de Doug Erbert
“Insultando a Religião” de Pat Condell (sugestão de Junio)
A falsa lógica em operação é a seguinte: ‘Nós existimos; portanto, fomos criados por alguma coisa - que chamaremos X’. Uma vez admitida esta conclusão inicial, as propriedades do hipotético X podem ser fantasiadas de um número ilimitado de maneiras. Mas todo esse raciocínio é evidentemente falacioso; com efeito, pela mesma lógica, alguma coisa deve ter criado X… e assim por diante. Somos imediatamente envolvidos numa regressão infinita que não pode ter significado no universo real.










